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26 de mai. de 2012

Projota lança clipe da música ‘Desci a ladeira’

O rapper Projota lançou, nesta quarta-feira, o clipe da música “Desci a ladeira”, primeiro trecho divulgado oficialmente do DVD “Realizando Sonhos”, gravado no fim do ano passado em Curitiba. Produzido pela Pexera Produções, o vídeo mostra o público, de 4 mil pessoas, cantando as rimas do paulistano, pulando com as mãos para o alto e urrando depois de cada refrão, levantando faixas e cartazes.

- Tinha certeza de que o primeiro clipe do vídeo do DVD tinha que ser de uma música com mensagem forte, sobre nossas raízes, o momento que estou vivendo como artista - conta Projota, um dos principais MCs do Brasil na atualidade, com mais de 15 milhões de visualizações de seus vídeos no Youtube e cerca de 140 mil seguidores no

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Luan Santana é acusado de plágio

O tópico "#luansantanaPLAGIOUOPROJOTA" figurou entre os mais comentados do Twitter no Brasil nesta semana assim como o termo "NegaNovoHitLuanSantana", criado pelos defensores do sertanejo.

Projota chegou a se pronunciar diretamente sobre o assunto na rede social. Num tweet, ele escreveu "estamos entrando em contato com nossos advogados" e, no seguinte, "Não me pronuncio por aqui a respeito dessa parada que vocês já sabem qual é... Só digo uma coisa, TO PUTO e vamo correr atrás deesse bang". Mais tarde, o rapper apagou essas declarações e escreveu outros tweets, por volta das 16h: "Estou resolvendo essa semana uma parada da minha vida pessoal! E esse lance da internet aí é a maior merda! Me deixou bolado!"

A assessoria de imprensa de Luan Santana declarou que o cantor sertanejo não conhece o trabalho de Projota e que o fato da frase em questão ser igual à composta pelo rapper é mera coincidêndia.

MC Rashid diz que quer ver um rapper no patamar de Ivete Sangalo

- Os mais velhos sempre frisaram a importância de se lutar pelo reconhecimento do rap. Por isso, fico satisfeito percebendo que a gente vem sendo colocado no mesmo nível de outros gêneros. Quero ver um rapper no patamar de Ivete Sangalo. Sei que isso vai acontecer. O hip hop está se tornando popular, sem perder o discurso - afirma o cantor, que se apresenta sábado (26) no América Futebol Clube, na Tijuca, e, domingo (27), na boate Danger, em Jacarepaguá.

Dono de um estilo próprio, Rashid lançou em 2010 o EP “Hora de acordar”. Em 2011, veio a mixtape “Dádiva e dívida”. O novo trabalho tem participações de artistas conhecidos da cena, como Ogi, em “Drama”, e Flora Matos, que canta o refrão de “Que assim seja”.

- Gosto de abordar vários assuntos no meu trabalho. O rap de hoje precisa de músicas para a pessoa ouvir quando está com ódio no coração, quando está feliz com os amigos ou quando está com raiva de político - diz Rashid.

Entre abril e maio, o músico esteve em turnê com os Três Temores. Ele ainda não sabe dizer quando vai rolar uma apresentação do trio no Rio, mas os músicos estão providenciando isso.

- O Rio é uma cidade importante para todos nós. Tem que rolar.

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ConeCrew Entrevista

RIO - Bonés coloridos, camiseta largona com fotos de Dr. Dre, Tupac Shakur e outros rappers famosos, bermudões, tatuagens, dreads e tênis de skatista. Fanfarrões e cheios de histórias, os integrantes do Cone Crew Diretoria estavam quase todos no Circo Voador para uma entrevista, dias antes do show que o grupo faz, nesta sexta-feira, na lona da Lapa. Só quem não apareceu foi o MC Cert. O músico tem medo de avião e, naquela tarde de segunda-feira, ainda estava no ônibus voltando de uma miniturnê que o coletivo de rap mais estourado do Rio fez pelo Sul do país.

- A gente chegou ontem, mas o Cert se recusa a entrar num avião. Ele diz que voar é como uma loteria ao contrário. Que em vez de ganhar você morre. E ninguém tira essa ideia da cabeça dele - explica Papatinho, “cérebro” por trás dos beats do Cone, achando graça da tese do amigo.

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O maior problema é que a agenda repleta do grupo vem fazendo Cert quase morar na estrada. Nos próximos meses, ele vai de ônibus para Mato Grosso do Sul, Brasília, Espírito Santo e Nordeste. O Cone não para de viajar, e sua base de público cresce a cada dia. Já são mais de cem mil seguidores no Twitter e 250 mil fãs no Facebook. O clipe de “Chama os mulekes” estacionou no Top 10 da MTV e ultrapassou os 2,4 milhões de visualizações no YouTube. A apresentação de hoje vai ser a maior do coletivo no Rio.

- O maneiro de tocar no Circo é pensar que tudo começou aqui do lado. A gente se reunia toda quinta-feira, depois da Batalha do Conhecimento, na Fundição Progresso. A galera ficava rimando na rua até altas horas e voltava no 179 (Central-Recreio), trocando ideia e fazendo música - contou Papatinho, numa das poucas vezes em que não foi interrompido por uma piada.

Conseguir respostas sérias dessa galera é tarefa complicada. Papatinho e os MCs Maomé, Batoré, Rany Money e Ari fazem graça de tudo, deixando óbvio que o clima entre eles é o mesmo da época em que se conheceram, na pista de skate do condomínio Novo Leblon, na Barra da Tijuca, há mais de dez anos - Batoré era o “terror das festinhas de 15 anos” junto com os amigos. As noites na Batalha do Conhecimento uniram os garotos em torno do rap, e o Cone Crew começou em 2006.

Desde os primeiros shows, o coletivo foi chamado várias vezes de novo Planet Hemp. As letras falam muito sobre maconha, e o cantor Marcelo D2 até participou do disco “Com os neurônios evoluindo”, estreia do Cone, em 2011. Mas o grupo não tem aquela militância pró-legalização do Planet. A maconha está nos versos do grupo assim como estão a Lapa, as festas, garotas, duras da PM e tudo o mais que faz parte do cotidiano dos integrantes.

- O Planet é uma referência forte, mas a gente não levanta bandeira com a música. Apenas falamos o que queremos, com sentimento e sem qualquer censura. Só a nossa própria autocrítica - explica Maomé, que já usou seu talento de rimador para vender balas em ônibus.

As músicas do Cone são repletas de versos politicamente incorretos. “Lá pa Lapa”, primeiro hit do grupo, critica a polícia e exalta a maconha enquanto descreve o cotidiano dos garotos na boemia carioca, sempre com a marra própria dos rappers. O estilo debochado também está por toda a parte em “Chama os mulekes”. Tudo isso forma a atitude do Cone Crew e, claro, já rendeu algumas dores de cabeça.

- Num show em Petrópolis, a organizadora avisou que não poderíamos falar de droga nem usar palavrão. Na hora, o Batoré respondeu: “Então a gente vai fazer mímica...” - recorda-se Papatinho. - O show acabou na primeira música.

As revistas policiais se tornaram rotina. Os integrantes do Cone estão fazendo um vídeo reunindo “as abordagens policiais dos mais diferentes estados". Semana passada, foram tirados de um avião pela Polícia Federal. O motivo?

- Estávamos longe um do outro e, para conversar, precisávamos gritar um pouco. Os passageiros se incomodaram e começou a confusão. Os policiais nos levaram para uma sala, mas, no final das contas, pediram até um boné do Cone - conta Batoré.

A espontaneidade sem freio conquistou o público que estará no Circo Voador hoje, quando o Cone recebe convidados como a banda Start, de Stephan Peixoto (filho de D2), e Gil Metralha. A diretoria da lona prevê lotação máxima. Até ontem, metade dos ingressos já tinha sido vendida, e havia mais de três mil confirmações no Facebook. O Cone está na moda, e até virou alvo de críticas dos puristas do hip-hop, para quem o rap deve permanecer no underground.

- Underground é a minhoca, filho - debocha o MC Ari. - Mas vamos ao que interessa... Você vai botar a minha caroça no jornal?

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18 de mai. de 2012

Projota em entrevista exclusiva ha Oficial Colirios

PROJOTA

José Tiago Sabino Pereira, mais conhecido como Projota, o cara que mostrou que da periferia também sai artistas, e foi no caso dele, o rap que o levou de Lauzane Paulista, periferia de São Paulo, para os palcos de todo Brasil.
Começou aos 16 anos, foi autodidata em Violão, e a experiencia da vida de assistir tudo e aprender a ver e ouvir o mundo

Acredito que as influencias sao naturais, e muito parecidas na vida de todos nos. Aprendemos tudo na vida, e definimos nossos rumos atraves da vivencia com a família, os amigos, o dia a dia te leva pra onde voce chegar no final. Minha influencia pra fazer rap veio dai, veio dos amigos, e minha escrita, veio dos filmes que vi, das musicas que ouvi, as pessoas que conheci, tudo bastante natural.

Sonhador e Lutador Projota nunca se intimidou com o medo de viver, quebrou bastante paradigmas pra ter muita história hoje pra contar.

Enfrentei o preconceito contra o estilo musical, pulei muita catraca de onibus pra ir assistir ou fazer algum show, passei por perrengues interminaveis e pensei em desistir milhares de vezes. Acho que a diferenca eh que pra mim acabou dando certo no final e hoje posso viver disso, e ajudar minha familia atraves da minha arte. Mas se nao tivesse dado certo eu estaria fazendo rap do memso jeito pois eu amo isso.

Com suas letras realista que sensibiliza até mesmo que não gosta de rap, Projota e muitos outros rappers enfrentam ainda preconceito nos dias de hoje, a perseguição do sistema e com toda sua história ele define sua trajetória em uma só palavra

Não sou o tipo de pessoa que gosta de ser o “mais” em nada, acredito que nao sou.
Nao sou o mais sofrido, nem o mais sortudo. Nao sou o maior fenomeno, nem aquele que a historia de vida mais espantosa, tenho alguns momentos dificeis que vivi, os quais eu guardo a maioria pra mim mesmo. No fim das contas acredito que minha historia simboliza vitoria, isso ate hoje, porque eu escrevo essa historia todos os dias, e enquanto eu estiver aqui tenho que continuar lutando porque nao cheogu o final ainda.

Sincero, determinado, e batalhador, é assim que multidões enxergam Projota, resultado disso é o carinho do publico pelas suas musicas, e mais do que tudo a valorização de um artista que com muita luta como qualquer outro conseguiu chegar em um bom patamar pra mostrar a todos o valor que o rap tem no cenário Brasileiro. E pra esse ano tem novidades para os fãs

DVD, mixtape, muitos shows e o ceu eh o limite.

E para todos os meninos e meninas sonhadores como ele, que estão começando na vida, enfrentam o dia a dia corrido com problemas ai vai uma dica dele

Acredite em si mesmo, seja fiel as suas vontades e ideologias, seja real consigo mesmo, aprenda a ouvir criticas, e ao mesmo nao se deixe abalar por tudo o que disserem, pois ninguem vive a sua vida, o que voce faz e as consequencias desses atos, so irao afetar a voce mesmo, e isso definira quem voce eh.
Muito luz e fiquem com Deus. Tamojunto.

11 de mai. de 2012

14 de abr. de 2012

ConeCrew Diretoria - A História

ConeCrewDiretoria é um grupo de rap atualmente composto pelo beatmaker Papatinho, e por Cert, Rany Money, Batoré, Maomé, Ari.[1] É reconhecida nacionalmente pelo seu meio de demostrar a realidade vivida no país, com direito a uma matéria especial no jornal O Globo.

A sigla C.O.N.E surgiu como uma paródia para C.O.R.E., a coordenadoria da Polícia Civil do Rio de Janeiro.Utilizada como uma sigla: Com os Neurônios Evaporando em 2004. A primeira ideia da criação do grupo de Rap surgiu em 2006, quando Papatinho viu potencial nas rimas que seu amigo Cert vinha escrevendo e resolveu tentar ajudar fazendo batidas. A princípio Cert também tentava fazer beats mas não dava muito certo e nesse mesmo período, início de 2006, Papatinho entrou em um acordo com Cert: a partir daquele dia, Cert (André) só faria rimas, enquanto Papatinho (Tiago Alves) faria apenas as batidas. Assim, os 2 juntos gravaram os primeiros sons do grupo que até então não tinha um nome definido.Um dia na casa de Cert, estavam Cert, Papatinho e Rany Money (Rany Gabriel Miranda), que por acaso mostrou umas letras que tinha acabado de escrever. Papatinho logo percebeu talento no amigo e o chamou pra gravar um som. Após o som gravado, que recebeu o nome de Skunk Funky era nítido que os 2 amigos mcs abordavam a mesma filosofia e nunca deixando de relacionar as letras a ConeCrew, logo na sequencia Maomé (Pedro) também se interessou em escrever rimas e assim foi formado o grupo que não podia ter outro nome, ConeCrewDiretoria. Enquanto estava escrevendo músicas, uma ambulância parou na casa do MC Maomé e o internou a força por 90 dias, e dentro da clinica MC Maomé escreveu as musicas "Detido Por Ser Livre" e "Escravizado".[3] Depois de ser solto, ele começou a participar de batalhas de MC's, tendo ficado na segunda colocação na Liga dos MC's e sido campeão em 2008.[4] Ademais, venceu por oito vezes a famosa Batalha do Conhecimento.[5][6]

Em 2007, o grupo lançou um Demo de estreia, chamado Ataque Lírico, que contava com as faixas gravadas até então, com destaque para "Doce Doce", "Religião do Foda-se" e "Skunk Funky".[2][7] Posteriormente, Batoré (Rafael) e Ari (Adriano) entraram no grupo e foram lançados dois videoclipes: "Fênix" e "Lá pa Lapa" em 2008 e 2009. No final de 2010, já finalizando o seu primeiro álbum oficial a Cone lançou o single "Chama os Mulekes" do álbum Com os Neurônios Evoluindo. O álbum, lançado dia 22 de Março de 2011 como previsto, conta com participações especiais de Marcelo D2 , Don L. e Shawlin.[8] Com destaques para "Sem a Planta", "Chama os Mulekes", "Fênix", "Homenagem a Liberdade", "Me sinto bem", "Calma na Alma" e "O Mundo da Voltas".

O grupo de rap atualmente gravou 2 clipes "EuVoluindo" (que não tem data de estréia) e "Chama Os Mulekes" lançado em 04/04/2012.

hitória barra mas se eles não continuasem, eles não fariam a alegria de muita gente !

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